Série contará com 420 personagens e tem collabs com Lee Perry, Ranking Joe, Cedric Myton e Dada Yute

O assunto NFT tem dado o que falar, e sua rápida expansão é objeto da análise de especialistas ao redor do mundo. Pra resumir: NFT é uma forma de certificado Digital, que confirma que uma obra digital é original e exclusiva. Isso é feito com a tecnologia blockchain – a mesma usada para criar o bitcoin e outras cryptomoedas. A partir disso, artistas podem vender suas artes digitais (jpg, gif, vídeo, áudio, etc) e fãs podem colecionar, e também vender, investir e apoiar. 


 Dentre vários, o Cryptopunks é um dos projetos que mais chamam atenção. Lançados em 2017 e hoje avaliados em milhões de dólares, viraram uma espécie de subcultura dentro do mundo NFT, com diversos outros projetos inspirados neles - os chamados ‘Unofficial Punks’.


É desse universo que veio a inspiração para os Cryptorastas, projeto criado por Marcus MPC, fundador do mais importante sound system brasileiro, o Digitaldubs.


 “Comecei o Cryptorastas como um projeto piloto, para aprender na prática. Eu estava estudando a fundo o assunto, e meu plano inicial era lançar um NFT oficial do Digitaldubs. No entanto, antes de lançar esse projeto oficial, eu quis testar mais as plataformas e entender na prática”, explica Marcus MPC.


A menção ao reggae e à cultura jamaicana não é à toa. “Quando vi os Cryptopunks, logo pensei na ligação histórica do movimento punk com o movimento reggae na década de 1970, sobretudo na Inglaterra. Daí veio essa inspiração de criar a série. Pesquisei e vi que não tinha ninguém fazendo, não tinha nada sobre reggae com NFT, então criei”.

Já foram lançados 26 personagens até agora e nessa semana sai o primeiro drop de CryptoRastas Oficiais em collabs com artistas como o cantor brasileiro Dada Yute e lendas vivas como Lee Scratch Perry, Cedric Myton (The Congos), Ranking Joe e mais.


Reggae é a especialidade e paixão de MPC. Ele é fundador do Digitaldubs, referência na cultura sound system no Brasil, e que desde 2001 vem fazendo bailes que pavimentaram a cena alternativa do Rio de Janeiro. O coletivo tem parcerias musicais com lendas como Lee Scratch Perry, Cedric Myton, Sugar Minott, Ranking Joe e Mad Professor e ícones da música brasileira como Gilberto Gil e Tom Zé.

Algumas personalidades famosas já se interessaram pelos CryptoRastas, como aconteceu com a cantora de rap americana Azealia Banks. “Ela quis comprar um Cryptorasta, mandou direct no Instagram, e compartilhou nossa arte no Instagram dela... Foi uma grande surpresa um projeto tão recente e ainda pequeno alcançar um nome como ela. Alguns artistas da cena reggae também têm entrado em contato para entender o que é o projeto, saber mais”.


“Comecei a série sem pretensão alguma, fui gostando do projeto, me divertindo enquanto criava cada personagem. Ao todo, a série terá 420 personagens, criados um a um, o que os tornam objetos raros e colecionáveis. Alguns são personagens fictícios, outros são inspirados em pessoas reais, tanto em personalidades da cena reggae quanto anônimos.”


Para MPC, um dos objetivos do trabalho com os Cryptorastas é aproximar a cena reggae do universo do NFT. “A plataforma NFT é uma porta que abre muitas possibilidades, e já tenho planejado desdobramentos multimídia para o futuro”.



Para conhecer o projeto, acesse: https://cryptorastas.com 

Cryptorastas no Instagram: https://www.instagram.com/cryptorastas

Cryptorastas no Twitter: https://twitter.com/cryptorastas

Sobre Digitaldubs

Completando 20 anos em 2021, Digitaldubs é conhecido como a principal referência na cultura sound system no Brasil. Desde 2001, vem fazendo bailes que pavimentaram a cena alternativa do Rio de Janeiro, abrindo portas e ocupando novos espaços. Circulando por todo o país, inspiraram novas gerações dos mais diversos estilos.

Ao vivo, a versatilidade é uma das características: nos bailes ou shows o DJ Marcus MPC faz uma seleção musical dinâmica, capaz de conquistar qualquer um, cobrindo todos os estilos da música jamaicana com muita propriedade, indo da sonoridade clássica do reggae roots, até o grave pesadíssimo do dub e os grooves do dancehall - incluindo hits e músicas exclusivas. Os MCs residentes completam a animação, cantando, fazendo improvisos e interagindo com o público.

Destaque para o profundo trabalho de produção musical do coletivo, que se caracteriza por uma mistura original do dub e dancehall jamaicanos com elementos brasileiros, baseado em muita pesquisa e experimentação. As colaborações do coletivo incluem lendas do reggae mundial como Cedric Myton (the Congos), Ranking Joe (Dub Side of the Moon) e Lee Scratch Perry, e nomes ícones da música brasileira como Tom Zé e Gilberto Gil,  

Como "Embaixadores do Dub Brasileiro", Digitaldubs já viajou o globo, da América do Sul à América do Norte, à Europa e além, tocando em festas, clubes e festivais. Fonte Dani Pimenta

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